O filme #SalveRosa estreou na Netflix com Klara Castanho e Karine Teles
“#SalveRosa“, novo filme da Netflix, conta a história da jovem Rosa (Klara Castanho), uma influenciadora de 13 anos que produz conteúdo infantil para milhões de seguidores. A realidade por trás das câmeras é uma rotina cansativa controlada pela mãe superprotetora, Dora (Karine Teles).
Apesar das personagens fictícias, a narrativa de #SalveRosa relembrou um caso conhecido de jovem youtuber que mobilizou inúmeras pessoas no Brasil.
Filme #SalveRosa relembra história real de youtuber

O drama da Netflix relembrou o caso polêmico do canal no YouTube, Bel para Meninas. Isabel Peres tinha cinco anos quando sua mãe, Fran Peres, criou o canal para ensinar outras mães a fazerem penteados nos cabelos.
Bel passou a ser protagonista do canal e se tornou um fenômeno nas redes sociais — mãe e filha chegaram até a lançar livros —, mas tudo mudou em 2020.
Já em “#SalveRosa”, a vida da jovem influenciadora vira de cabeça para baixo após um desmaio na escola. Rosa é famosa entre as crianças pelos seus vídeos infantis que fazem muito sucesso e pelo canal que só cresce em número de seguidores.
Todos os conteúdos de Rosa são gerenciados por Dora, a mãe da influenciadora, que controla todos os passos da filha, dentro e fora do mundo digital.
Após o desmaio e exames médicos, Rosa percebe a relação sombria e sufocante com a mãe, marcada por mistérios. A partir de descobertas, ela vê quantas coisas estão em risco, inclusive a própria vida.
Apesar da comparação, o longa da Netflix não é baseado na vida de Bel. Mas, a história de Rosa é inspirada nas polêmicas das influenciadoras-mirins.
Relembre o caso de Bel para Meninas
Em 2020, depois de anos de sucesso entre o público infantil, a hashtag #SalveBelParaMeninas se tornou viral nas redes sociais.
Internautas apontaram desconfortos da menina em alguns conteúdos publicados, a exposição dela e até se os pais não estariam forçando a gravação dos vídeos.

O caso chegou aos programas de TV e até o Conselho Tutelar visitou a família na época. Enquanto isso, os pais de Isabel afirmavam que não havia nenhuma irregularidade e as acusações não tinham fundamento.
Isabel afirmou que nunca foi forçada a gravar os vídeos e nunca sofreu maus-tratos por parte dos pais. Ao completar 18 anos, em 2025, o canal foi desativado após denúncias de adultização da imagem dela.

