O live-action de “Branca de Neve” dispensa o príncipe para entregar um novo (e inesperado) par romântico para a princesa
O live-action de “Branca de Neve”, marcado por polêmicas e críticas à trama nos bastidores, fez algumas mudanças significativas em relação ao enredo original de 1937. Na nova versão, atualmente nos cinemas, a mocinha, interpretada por Rachel Zegler, não tem um príncipe encantado. Entenda!
“Branca de Neve”: por que live-action dispensa o príncipe
Primeira princesa da Disney, Branca de Neve sofre em perseguição pela Rainha Má (Gal Gadot), no live-action, que resolve se livrar da enteada após o espelho apontar que a jovem virou uma ameaça, promovendo uma série de reviravoltas.
Assim como em 1937, fugindo da bruxa, Branca de Neve se esconde na floresta, onde faz amizade com sete anões. No entanto, ao reencontrar a Rainha Má, cai em um grande golpe ao comer a maçã envenenada, entrando em um sono profundo.

Na animação, somente um beijo de amor verdadeiro, que viria do príncipe, seria capaz de acordá-la. No live-action, a figura romântica foi substituída por Jonathan (Andrew Burnap), na intenção de aproximar o filme da realidade e quebrar com os estereótipos reforçados na época.
Jonathan, ao longo do filme, é apresentado como um ladrão que defende a sobrevivência dos outros no meio de um reino injusto. O substituto do príncipe, além disso, incentiva a batalha de Branca de Neve contra a Rainha Má, que tem por objetivo recuperar o controle do local.
O novo amor de Branca de Neve aparece pela primeira vez roubando batatas do palácio, onde Branca de Neve finge ser uma criada, disfarçando sua identidade. Posteriormente, a protagonista ajuda Jonathan a escapar de armadilha da Rainha Má.

A intenção de trazer alguém mais “gente como a gente” no lugar do príncipe foi também de aumentar a participação do personagem, antes dispensável, na história de Branca de Neve. Jonathan, portanto, adiciona mais camadas ao enredo, em relação muito mais coerente do que nos contos de fadas.