Ex-namoradas dos Mamonas Assassinas ainda lidam com marcas permanentes do luto e exaltam legado do grupo musical
Trinta anos após o trágico acidente aéreo que interrompeu o auge dos Mamonas Assassinas, a saudade continua presente na memória dos brasileiros. Além dos sucessos irreverentes, as histórias de amor dos integrantes também marcaram a época. Até hoje, as namoradas que os músicos deixaram em 1996 fazem questão de relembrar com carinho do que viveram e exaltar o legado do grupo.
Confira como estão atualmente!
Mamonas Assasinas: como estão as ex-namoradas do grupo
Valeria Zoppello (Dinho)
Considerada a namorada mais famosa entre as do grupo, Valeria era frequentemente vista ao lado de Dinho em entrevistas e bastidores. O casal estava noivo quando o acidente aconteceu e tinha somente oito meses de relacionamento. Hoje, aos 51 anos, ela coleciona mais de 160 mil seguidores no Instagram, onde se define como fotógrafa e viajante.

Após o luto, Valeria teve uma carreira multifacetada: foi modelo, atriz e piloto de automobilismo, chegando a morar na Europa para cobrir o esporte. Atualmente, ela vive na Serra da Cantareira — região onde ocorreu o acidente — e se dedica ao cultivo de um orquidário, mantendo uma relação de muito carinho com os pais de Dinho até hoje, além de sempre resgatar a memória dos Mamonas Assassinas.
Aninha Almeida (Bento)
A namorada do guitarrista Bento Hinoto, com quem viveu relacionamento de quatro anos, optou por uma vida mais distante dos holofotes, mas não deixa de prestar homenagens ao músico em datas marcantes. No aniversário de 30 anos da tragédia, Aninha emocionou os fãs com um texto e foto rara do artista.

Nas redes sociais, ela compartilha momentos de viagens e conquistas familiares, como a formatura da filha em Medicina, ocorrida em 2023. Nos comentários de suas publicações, é comum encontrar fãs da banda que ainda a chamam carinhosamente de “eterna cunhada”.
Cláudia Gaiga (Sérgio)
O relacionamento com o baterista Sérgio Reoli era pautado pela discrição. Em entrevistas raras, como ao GE (Globo), Cláudia relembrou o lado brincalhão de Sérgio e a relação dele com a família dela. “Quando ele conheceu meu pai, falou: ‘Prazer, meu nome é Sérgio’. E meu pai: ‘E aí, vai casar quando?’. ‘Ah, estamos vendo aí’, ele respondeu”, recordou ela.

O casal ficou junto por quatro anos e meio e planejava se casar em 2003. Atualmente, Cláudia segue uma vida reservada. Com perfil fechado no Instagram, ela atua como representante comercial, é casada e mãe de dois filhos, João Vitor, de 19 anos, e Beatriz, de 28 anos, mantendo as memórias daquela época guardadas de forma íntima.
Simone Venturini (Júlio)
Simone ficou marcada na história da banda por um detalhe emocionante: um bilhete carinhoso escrito por Júlio Rasec pouco antes do acidente, que se tornou um símbolo do luto nacional na época. Diferente de outras companheiras, ela escolheu o isolamento total da mídia após a perda do tecladista.
Além disso, raramente concede entrevistas ou participa de documentários sobre a banda, preferindo preservar sua privacidade e viver longe da exposição pública que o trauma gerou nos anos 90. Os dois ficaram juntos por aproximadamente dois anos e meio antes do acidente fatal.

