Aninha Almeida desabafou sobre a ausência do guitarrista Bento, do Mamonas Assassinas, ressaltando o carinho do público
Trinta anos após o trágico acidente que interrompeu a trajetória dos Mamonas Assassinas, Aninha Almeida, que vivia um romance com o guitarrista Bento Hinoto na época, utilizou suas redes sociais para uma homenagem. Em seu relato, a ex-namorada descreveu o vazio deixado pela perda, mas ressaltou como o carinho do público mantém a memória do grupo vibrante.
Mamonas Assassinas: Aninha, que namorou Bento, faz desabafo
“Nesses 30 anos de ausência física, restou o carinho e o reconhecimento das pessoas e do público. Isso não é pouco. Enquanto o som da sua guitarra continuar ressoando, nada mudou”, declarou Aninha, em seu perfil no Instagram.
Em seguida, Aninha ainda exaltou o talento do músico: “Perdi cinco amigos talentosos e bondosos, e você era o melhor músico. Do tempo ninguém vence. Mas está tudo bem!”. A publicação rapidamente contou com o apoio dos fãs. “Tão lindos! Ele olha lá de cima por você Aninha, e te ver falando com tanto carinho enche nossos corações”, escreveu uma seguidora.

“Que coisa mais linda, Aninha. Tenho certeza que ele olha por você lá de cima”, concordou outra, nos comentários. “Você é uma mulher de sorte, eu queria tanto ter conhecido eles! Eu era adolescente e amava os Mamonas, todos eles, sem exceção! Sinta-se privilegiada diante de tudo isso!”, acrescentou uma terceira.
Bento Hinoto tinha apenas 25 anos quando o avião que transportava a banda colidiu contra a Serra da Cantareira, em São Paulo, no dia 2 de março de 1996. O acidente não deixou sobreviventes, vitimando, portanto, todos os integrantes no auge do sucesso.
Recentemente, um novo capítulo sobre o descanso final dos artistas foi escrito. Na última segunda-feira (23), os corpos de Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli foram exumados no Cemitério Primaveras, em Guarulhos.
A medida foi fruto de um consenso entre os familiares: parte das cinzas dos músicos se integram ao solo para o plantio de cinco árvores no BioParque Cemitério. O local vai ser um memorial oficial, transformando a dor da perda em um símbolo de vida e renovação para as próximas gerações de fãs.

