“Nada mudou”: Aninha Almeida, ex de Bento dos Mamonas, faz desabafo nos 30 anos da perda

Aninha Almeida desabafou sobre a ausência do guitarrista Bento, do Mamonas Assassinas, ressaltando o carinho do público

Trinta anos após o trágico acidente que interrompeu a trajetória dos Mamonas Assassinas, Aninha Almeida, que vivia um romance com o guitarrista Bento Hinoto na época, utilizou suas redes sociais para uma homenagem. Em seu relato, a ex-namorada descreveu o vazio deixado pela perda, mas ressaltou como o carinho do público mantém a memória do grupo vibrante.

Mamonas Assassinas: Aninha, que namorou Bento, faz desabafo

“Nesses 30 anos de ausência física, restou o carinho e o reconhecimento das pessoas e do público. Isso não é pouco. Enquanto o som da sua guitarra continuar ressoando, nada mudou”, declarou Aninha, em seu perfil no Instagram.

Em seguida, Aninha ainda exaltou o talento do músico: “Perdi cinco amigos talentosos e bondosos, e você era o melhor músico. Do tempo ninguém vence. Mas está tudo bem!”. A publicação rapidamente contou com o apoio dos fãs. “Tão lindos! Ele olha lá de cima por você Aninha, e te ver falando com tanto carinho enche nossos corações”, escreveu uma seguidora.

(Crédito: Reprodução/Instagram @aninha.almeida78)

“Que coisa mais linda, Aninha. Tenho certeza que ele olha por você lá de cima”, concordou outra, nos comentários. “Você é uma mulher de sorte, eu queria tanto ter conhecido eles! Eu era adolescente e amava os Mamonas, todos eles, sem exceção! Sinta-se privilegiada diante de tudo isso!”, acrescentou uma terceira.

Bento Hinoto tinha apenas 25 anos quando o avião que transportava a banda colidiu contra a Serra da Cantareira, em São Paulo, no dia 2 de março de 1996. O acidente não deixou sobreviventes, vitimando, portanto, todos os integrantes no auge do sucesso.

Recentemente, um novo capítulo sobre o descanso final dos artistas foi escrito. Na última segunda-feira (23), os corpos de Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli foram exumados no Cemitério Primaveras, em Guarulhos.

A medida foi fruto de um consenso entre os familiares: parte das cinzas dos músicos se integram ao solo para o plantio de cinco árvores no BioParque Cemitério. O local vai ser um memorial oficial, transformando a dor da perda em um símbolo de vida e renovação para as próximas gerações de fãs.

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