Otávio Muller foi casado e teve filho com Preta Gil: após a separação, os dois continuaram amigos por várias décadas
A nova série original Globoplay, chamada “Meu Nome é Preta”, chega à plataforma na próxima segunda-feira (20) — bem no dia em que a morte de Preta Gil completa um ano. Dividida em quatro episódios, a produção traz depoimentos de pessoas que caminharam ao lado dela, incluindo Otávio Muller, pai do único filho da artista, com quem ficou casada entre 1994 e 1995.
Otávio Muller lembra início do romance com Preta Gil em série
A série documental mergulha na história da cantora que fez da própria vida um símbolo de liberdade, alegria e representatividade. Durante as gravações, Otávio foi convidado para dar depoimento e relembrou com os dois, que são pais de Francisco Gil, de 31 anos, se conheceram.
“Eu tive contato com a Preta depois da novela ‘Vale Tudo’, mas digo que a conheci ‘de verdade’ quando ela fez uma participação no clipe da Marina Lima, sua prima”, entregou. A produção traz Preta Gil como narradora de sua trajetória e o relato do ator bate com a discrição dos fatos apresentados por ela.

Entre as revelações, Preta confessa que se apaixonou por Otávio ao assisti-lo na versão original da novela “Vale Tudo”, exibida em 1988 na Globo, na qual ele interpretava o personagem Sardinha.
Mesmo que o casamento tenha acontecido bem cedo — fase em que a artista lembra ter encarado o peso de virar mãe na juventude e de lidar com grandes obrigações financeiras — o romance virou uma amizade muito forte.
“Teve um período em que fomos morar no Copacabana Palace por uns dois meses, surgiu uma oportunidade de permuta. Mas, antes disso, moramos com a Sandra Gadelha, depois com o Gil e a Flora”, conta o ator.

Otávio Muller também lembra com afeto do tempo da gravidez e de como a parceria entre eles cresceu após o fim do casamento. “Tenho a sensação de que sei exatamente o dia em que a Preta engravidou”.
“Quanto à nossa relação, fomos ficando muito mais amigos e a nossa troca melhorou ainda mais depois que nos separamos. Tínhamos muita coisa em comum, nos amamos muito, mas não para sermos casados”, reflete.
Mais sobre Preta Gil no Globoplay
Toda essa homenagem para manter viva a história dela vai além do streaming. Ela faz parte do projeto “Quanto Mais Preta Melhor”, uma ação da Globo para celebrar a força e a trajetória da artista.
Também no dia 20 de julho, junto com a estreia da série no Globoplay, a TV Globo vai passar o filme documental “Preta – Eu Não Ando Só”. Esse longa foca na batalha dela contra o câncer, usando vídeos de celular que a própria Preta e sua rede de apoio gravaram durante o tratamento.

O filme conta com direção artística de Monica Almeida, direção de Sandra Kogut, roteiro de Renato Terra, produção executiva de Fernanda Neves e produção de Elaine Sá.
Com episódios lançados toda segunda-feira no Globoplay, “Meu Nome é Preta” tem direção de Mini Kerti e foi produzido pela Conspiração. O quarto e último episódio vai ao ar em um dia bem marcante: no sábado, 8 de agosto, data do aniversário de Preta Gil.
A produção da série original é assinada por Carolina Jabor, Luísa Barbosa e Renata Brandão, com roteiro de Victor Nascimento e produção associada de Flora Gil. Quem não é assinante da plataforma também vai conseguir assistir ao primeiro episódio.

