Ator explicou que tinha comportamentos obsessivos durante as gravações de “The Big Bang Theory”
Jim Parsons revelou que o enorme sucesso de “The Big Bang Theory” também teve um lado difícil. Intérprete de Sheldon Cooper, entre 2007 e 2019, o ator afirmou que a cobrança excessiva e uma rotina marcada por comportamentos obsessivos fizeram com que ele enfrentasse momentos de estresse e infelicidade durante o auge da carreira.
Jim Parsons, o Sheldon de “The Big Bang Theory”, fala sobre sucesso
Em participação ao podcast “All Out with Jon Dean”, o ator, de 53 anos, reconheceu que o alto nível de exigência pode ter contribuído para o sucesso profissional, mas disse que hoje enxerga esse período de outra forma.
“Eu não faria aquilo de novo por dinheiro nenhum, porque era estressante e infeliz em alguns momentos. Eu me deixava infeliz”, confessou ele.

Jim explicou que sua disciplina no trabalho tinha características obsessivo-compulsivas, embora não tenha recebido um diagnóstico de transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
Segundo o ator, o perfeccionismo, que ajudou a impulsionar sua carreira, também o aprisionou em um ciclo de comportamento obsessivo. Depois de muitos, ele questiona a necessidade de ter levado o trabalho dessa maneira.
“Sim, eu era disciplinado. Sim, eu tinha uma boa ética de trabalho, mas muito disso se devia a uma espécie de TOC”, explicou o astro da série.

O papel de Sheldon Cooper rendeu a Parsons quatro prêmios Emmy de Melhor Ator em Série de Comédia e um Globo de Ouro. Além de protagonizar “The Big Bang Theory”, ele também atuou como produtor e narrador de “Young Sheldon”, série derivada que acompanha a infância do personagem.
Ao longo da carreira, o ator integrou o elenco de produções como “Estrelas Além do Tempo” (2016), “The Normal Heart” (2014) e “The Boys in the Band” (2020).
Onde assistir “The Big Bang Theory”?
A série, lançada em 2007, está disponível no catálogo da HBO Max.

