Julia Quinn, autora da saga literária que inspirou “Bridgerton”, esclareceu o motivo por trás da morte de John Stirling
A quarta temporada de “Bridgerton” mostrou um dos momentos mais tristes da saga até agora: a morte súbita de John Stirling (Victor Alli). O personagem morreu silenciosamente no sexto episódio, enquanto dormia, deixando Francesca (Hannah Dodd) e os fãs impactados.
No entanto, enquanto a produção da Netflix optou por não detalhar o motivo, gerando muitos questionamentos, os livros de Julia Quinn oferecem a resposta que muitos procuram. A sequência, além disso, acontece de forma diferente do que foi mostrado no streaming.
“Bridgerton”: morte de John Stirling foi diferente nos livros
A única pista deixada ao espectador de “Bridgerton” foram as queixas de dores de cabeça de John. Já no material original, especificamente no livro “O Conde Enfeitiçado”, a autora é direta ao diagnosticar que John sofreu um aneurisma cerebral.
“Nada poderia ter sido feito para salvá-lo. A morte de John teria permanecido um mistério para aqueles que o amavam. Tudo o que Francesca saberia era que seu marido teve uma dor de cabeça, deitou-se e morreu”, escreveu Julia Quinn na obra original.

Em entrevista ao TV Insider, Victor Alli revelou que já entrou para o elenco sabendo do destino trágico de seu personagem, mas confessou uma surpresa quanto ao momento da partida: “Achei que seria bem antes, surpreendentemente”.
“Sim, pensei que aconteceria na terceira temporada. Mas eles tinham outros planos – planos pelos quais sou grato”, afirmou o ator. Embora o luto de Francesca ganhe força, o eixo central desta temporada é Benedict Bridgerton (Luke Thompson).

Conhecido por sua vida boêmia, o segundo irmão da família finalmente vê seu destino mudar ao conhecer a misteriosa Sophie Baek (Yerin Ha) em um baile de máscaras. Futuramente, a Netflix vai explorar a história de Francesca, que protagoniza a quinta ou sexta temporadas, já confirmadas.
A protagonista vive um romance com Michaela (Masali Baduza), prima de John, que nos livros se chamava Michael e era um homem. A mudança inédita, proposta pela showrunner, promete movimentar o universo de “Bridgerton” e trazer mais representatividade para a série.
As quatro temporadas de “Bridgerton” estão disponíveis na Netflix.

