Série de suspense “Os Casos de Harry Hole” concluiu crime central, mas final em aberto deixa espaço para novas investigações
“Os Casos de Harry Hole” estreou como uma das séries mais assistidas da Netflix. Com uma única temporada, a produção explora o suspense durante a investigação de assassinatos em série. O detetive Harry Hole enfrenta os próprios conflitos enquanto tenta descobrir quem é o responsável pelas mortes.
Saiba quem é o assassino e o que acontece no final da série!
Final explicado de “Os Casos de Harry Hole”

O final de “Os Casos de Harry Hole” leva o detetive e os telespectadores a revisitar todas as pistas coletadas durante toda a temporada. Os conflitos internos da polícia de Oslo e os pessoais de Harry Hole, não impediram que a investigação chegasse a uma resposta.
O detetive descobre que o assassino é Willy, marido de uma das vítimas, Lisabeth, que não foi tratado como suspeito por quase toda a trama.
A descoberta é feita por Harry a partir da ligação do comportamento de Willy com um detalhe da cena do crime.
A motivação do crime está ligada à descoberta de uma traição. Ele pratica os assassinatos para tentar incriminar Martin, como forma de vingança.
O assassino usava a presença de Martin na cidade para colocar pistas falsas que direcionaram a investigação do detetive a incriminá-lo.
“Os Casos de Harry Hole”: o final além da descoberta do assassino

Além do desfecho resolver o crime principal, a história também direciona Harry Hole para uma investigação interna na polícia.
Depois de descobrir o envolvimento de Tom Waaler (Joel Kinnaman) em um esquema de tráfico de armas, ele percebe que a corrupção na polícia vai além de um único personagem.
Por isso, ele deve investigar mais sobre o esquema e entender quais policiais também estão envolvidos no tráfico.
Cena pós-crédito revela esquema corrupto

A série norueguesa, disponível na Netflix, apresenta mais sobre o passado de Tom Waaler na cena pós-créditos. Após a morte dele, duas pessoas mascaradas conversam sobre o futuro do esquema.
O choque acontece quando uma das pessoas mascarada revela ser a superintendente Agnes Sjolid (Agnes Kittelsen), superior de Harry Hole. Ela retira a máscara e prova que Tom não era o único colega de Harry envolvido no esquema corrupto.
Ela e o grupo decidem continuar a manter a cautela depois da morte de Tom. A estratégia é ficar em silêncio até surgir a oportunidade ideal para voltar às atividades.
