Novelas 22 de junho, 2026 Por Tatiana Leonel

Qual é a doença de Elisa em “Quem Ama Cuida”: Otoniel faz revelação para Adriana

Elisa sofre de doença de difícil diagnóstico que causa muita dor e fadiga em “Quem Ama Cuida”

Elisa (Isabela Garcia) enfrenta problemas de saúde que preocupam seus familiares desde o início de “Quem Ama Cuida”. A mãe de Adriana (Letícia Colin), no entanto, nunca recebeu um diagnóstico apropriado, algo que vai acontecer nos próximos capítulos, momento em que a mocinha também recebe a atualização, mesmo da cadeia.

Saiba qual é a doença dela!

Qual é a doença de Elisa em “Quem Ama Cuida”

A doença de Elisa influenciou diretamente alguns dos acontecimentos mais importantes da novela, incluindo o casamento de Adriana, que aceitou subir ao altar com Arthur (Antonio Fagundes) na intenção de poder ajudá-la.

Por causa da mãe, Adriana foi presa em um primeiro momento, ao sair da cidade para visitá-la em hospital onde foi internada. Pilar (Isabel Teixeira) se aproveitou do desespero da mocinha para criar o plano perfeito e denunciá-la.

(Crédito: Globo/Manoella Mello)

Mais de um mês após a estreia da novela, Elisa segue doente. O mistério, por outro lado, chega ao fim no capítulo previsto para ir ao ar no próximo sábado (4), quando os médicos chegam a uma conclusão importante.

Elisa sofre de fibromialgia, síndrome crônica caracterizada por dor musculoesquelética generalizada, acompanhada de fadiga, distúrbios do sono, alterações de memória e humor.

(Crédito: Globo/Estevam Avellar)

Assim que fica sabendo, Otoniel (Tony Ramos) procura a neta na cadeia e revela o que descobriram. Diante da novidade, Elisa vai ganhar um tratamento mais específico para a condição, que não tem cura.

O que é fibromialgia

De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, a fibromialgia representa uma condição em que o cérebro e o sistema nervoso processam os sinais de dor de forma amplificada, tornando o paciente mais sensível. É mais comum em mulheres com idade entre 30 e 50 anos.

Os principais sintomas incluem dor generalizada, sensação de dor constante que dura mais de três meses, afetando os dois lados do corpo, fadiga extrema, distúrbios do sono marcados pela dificuldade para iniciar ou manter o sono, além de dificuldade de concentração, lapsos de memória e confusão mental.

A fibromialgia constantemente pode vir acompanhada de ansiedade, depressão, dores de cabeça (cefaléia) e síndrome do intestino irritável. A causa é desconhecida, mas alguns fatores podem influenciar, como genética, gatilhos emocionais e físicos – traumas graves, estresse contínuo ou infecções.

O diagnóstico é clínico, geralmente feito por um reumatologista, com base no histórico de dores e na exclusão de outras doenças. O fato de existir um exame de sangue ou de imagem específico para diagnosticar a fibromialgia compromete o processo em alguns momentos, assim como aconteceu com Elisa, que não conseguia descobrir.

O tratamento, por fim, envolve uma abordagem multidisciplinar com o uso de medicamentos que podem ser analgésicos, relaxantes musculares e moduladores da dor, exercícios físicos que ajudam a diminuir a dor e acompanhamento psicológico para lidar com o estresse e o impacto da dor crônica na saúde mental.

“Quem Ama Cuida”

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