Filme estrelado por Wagner Moura e Greta Lee ficou entre os mais assistidos da Netflix com trama inovadora
Destaque na Netflix, a “A Última Casa” abordou o isolamento da família Delgado que não conseguia sair de casa após eventos inexplicáveis. O filme gravado em um único estúdio utilizou uma casa com cenário central da narrativa, que se transforma ao longo da produção. Apesar do roteiro não permitir grandes ações, o diretor Louis Leterrier criou grandes momentos para cenas difíceis.
“A Última Casa” teve efeitos práticos e animais reais

Em entrevista ao ComicBook, Louis Leterrier, diretor de “A Última Casa”, afirmou que transformar o roteiro de Matthew Robinson em realidade para o cinema não foi fácil.
“Foi a experiência mais difícil da minha carreira para mim e para todos os envolvidos neste filme. Mas de uma maneira ótima e divertida, encontramos soluções… Porque eu sou insano, queria que tudo fosse totalmente prático”, conta ele.

O diretor insistiu que os efeitos utilizados na trama fossem práticos, dando maior veracidade para as cenas. Nesse contexto e usando apenas um único estúdio, a experiência no set foi diferente do que acontece normalmente nas produções.
“E as crianças… Tínhamos crianças pequenas que nunca tinham vivenciado nada daquilo, nunca tinham estado em um set de filmagem. E eu ficava tipo: ‘Desculpa, não é sempre assim. Sabe, às vezes tudo é muito confortável e agradável e vocês têm lanches, mas desta vez não podemos ter os lanches’”, relembra Leterrier.
A história do longa incluiu alguns animais, como o cachorro da família Delgado, e outros animais que são utilizados para a alimentação dos personagens na trama.

“Os animais eram 100% reais, sem animais em CGI. Então, tudo bem dirigir um golden retriever. É um pouco mais difícil dirigir uma raposa, um furão e um gambá. George, o esquilo, era realmente uma diva, vou te dizer. Aquele cara era bem mal-educado, sabe”, diz o diretor, que contou com animais reais na produção do filme.
“A Última Casa” está disponível no catálogo da Netflix.

