Em relato emocionante, Cida Renault explicou como o patriarca da família, aos 96 anos, foi o maior incentivador da campeã
Durante uma participação comovente no programa “Encontro” nesta quarta-feira (22), Cida, irmã de Ana Paula Renault, revelou detalhes sobre os últimos momentos e os desejos deixados por seu pai, Gerardo Renault, de 96 anos, que morreu no último domingo (19), para a vida da grande campeã da temporada.
Irmã de Ana Paula entrega últimos momentos do pai
De acordo com o relato, o patriarca da família depositava uma fé imensa na trajetória da filha dentro do reality show. “Papai queria muito. É uma oportunidade de mudar a vida. Acho que ele até descansou exatamente por ter sabido que ela ia ganhar”.
“A gente queria que ela ficasse, para realizar o que meu pai queria, para meu pai ir tranquilamente”, revelou Cida, destacando que a permanência de Ana na casa era uma forma de honrar a vontade dele, que sempre assistia a jornalista pelo Globoplay.

A irmã explicou que o maior anseio de Gerardo era garantir que a filha conquistasse uma segurança financeira sólida para o futuro. A preocupação central do pai, portanto, girava em torno da autonomia da filha.
“A preocupação dele era que ela tivesse um custeio, tivesse o apartamento dela, que ela pudesse viver a vida mais tranquilamente”, explicou, reforçando o caráter protetor de Gerardo. Cida também relembrou o delicado processo de comunicar o falecimento para a campeã do BBB26 ainda durante o confinamento.

A decisão de mantê-la no jogo foi baseada nas próprias orientações que o pai havia deixado. “Ela ficou [no programa] por isso, pelo que ele tinha falado. A gente conseguiu mandar esse vídeo para falar para ela o que tinha acontecido, que ele estava tranquilo”, afirmou a irmã.
A força para encarar o desafio do programa veio, desde o início, do incentivo paterno. Cida recordou que, embora Ana Paula estivesse hesitante em aceitar o convite, Gerardo não teve dúvidas de que ela deveria abraçar essa nova oportunidade, dez anos após o BBB16.
“Quando chegou o convite, ele foi o primeiro a incentivá-la. Ela ainda estava com medo, mas ele falou: ‘vai que você dá conta, 10 anos depois… não tem como perder, tem que ir, encarar’. Quando ele se foi, já tinha certeza de que ela tinha se encontrado, que ela consegue seguir a vida dela”, finalizou, deixando claro que o pai partiu com a certeza do sucesso e da independência da filha.

