“One Piece”: O que mudou do mangá para a segunda temporada da série da Netflix?

De aparições antecipadas a diferenças no passado dos protagonistas: veja todas as mudanças em “One Piece: A Série”

Os Chapéus de Palha estão de volta! A segunda temporada de “One Piece: A Série” estreou na última terça-feira (10) na Netflix, trazendo Luffy e seu bando em novas aventuras. Como toda adaptação, o live-action tomou algumas liberdades criativas — todas aprovadas por Eiichiro Oda, o criador da obra.

Confira as mais importantes!

“One Piece”: diferenças entre o mangá e a série da Netflix

Revelações antecipadas e “rostos conhecidos”

A série decidiu adiantar vários momentos que demoram anos para aparecer no anime original. Um exemplo é o flashback da conversa entre Gold Roger (Michael Dorman) e Garp (Vincent Regan) sobre o filho do Rei dos Piratas, que no mangá só surge bem depois, na saga de Marineford.

Outro detalhe que parou a internet foi a aparição de Bartolomeo (Nahum Hughes) logo no primeiro episódio, em Loguetown. No mangá, ele só dá as caras em Dressrosa e embora diga que virou fã de Luffy (Iñaki Godoy) naquele dia, a cena nunca tinha sido mostrada antes.

(Crédito: Reprodução/Netflix)

Além dele, os leitores mais atentos vibraram com um “vulto” loiro de cartola atrás de Dragon (Rigo Sanchez): era Sabo, personagem importantíssimo que só deveria dar o ar da graça muito lá na frente.

Dragon e o Exército Revolucionário

Na versão live-action, uma conversa entre Garp e Smoker (Callum Kerr) já entrega de bandeja que Dragon é o líder dos Revolucionários. Na obra original, entretanto, o mistério sobre a função e o nome dele dura muito mais tempo, sendo revelado apenas no final do arco de Enies Lobby.

Mudanças no bando e nos vilões

Na série, Zoro (Mackenyu) fica abalado psicologicamente após a derrota para Mihawk (Steven John Ward), algo que não acontece no material original. Da mesma forma, Sanji (Taz Skylar) começou a cozinhar para cuidar da mãe doente nos novos episódios. No mangá, esses detalhes tristes sobre a família só aparecem anos depois, no arco de Whole Cake.

Zoro (Mackenyu) em “One Piece” (Crédito: Netflix)

Uma das mudanças mais ousadas foi a introdução de Brook (Martial Batchamen Tchana), o esqueleto violinista, no flashback da baleia Laboon. Originalmente, ele só ganha destaque em Thriller Bark. Por fim, no streaming o vilão Wapol (Rob Colletti) volta para a Ilha de Drum com uma ajudinha da organização de Crocodile (Joe Manganiello), enquanto no mangá não tem nenhuma ligação com o grupo terrorista.

Detalhes técnicos e lutas inéditas

No anime, Crocus (Clive Russell) mora dentro da baleia Laboon. Na série live-action, por outro lado, ele vive no farol do lado de fora, mas a série eventualmente faz uma piadinha sobre ele se mudar para o interior do bicho.

A Netflix também mostrou Smoker e Tashigi (Julia Rehwald) derrotando a dupla Miss Thursday (Sanchia Davids) e Mr. 11. (Alan Foulin). Essa luta é considerada oficial na história, mas nunca tinha sido desenhada ou animada antes.

As duas temporadas de “One Piece: A Série” estão disponíveis na Netflix.

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