Inspirada em um caso real, a série promete combinar suspense psicológico e investigação policial
A HBO Max anunciou o início da produção de “Mataviejitas: Assassino em Série”, nova série mexicana inspirada em um dos casos criminais mais impactantes da história do México. Os crimes de Juana Barraza, uma assassina em série condenada pelo assassinato de 16 mulheres idosas, serão contados na produção, que deve misturar suspense psicológico, perseguição policial e investigação, além de explorar os mistérios e a obsessão.
O que esperar de “Mataviejitas: Assassino em Série”?
Segundo a plataforma, “Mataviejitas: Assassino em Série” irá mergulhar em temas como medos coletivos, preconceitos e fraturas sociais, propondo uma narrativa marcada pela tensão constante, dualidade moral e densidade dramática.
De acordo com Mariano César, Head de Conteúdo de Entretenimento Geral da Warner Bros. Discovery para a América Latina e US Hispanic, a produção reúne os elementos de um thriller policial com uma identidade mexicana marcante.
Segundo o executivo, a combinação entre roteiro, elenco e equipe técnica deve resultar em uma série capaz de impactar tanto o público latino-americano quanto o mercado global.

Já Humberto Hinojosa, diretor geral, destacou que o projeto nasceu do desejo de contar uma história presente no imaginário coletivo da Cidade do México sob uma perspectiva autêntica e respeitosa.
O diretor afirmou que “Mataviejitas: Assassino em Série” representa um retrato social que só poderia acontecer na capital mexicana.
Ainda sem data de estreia oficial, parte do elenco da série já foi definido e traz Mayra Hermosillo, de produções como “Sierra Madre: Proibido Passar”, “Narcos: México” e “As Viúvas das Quintas-Feiras”, e Mónica Jiménez, conhecida por “A Usurpadora” e “El Señor de los Cielos”.
Qual é a história realde Juana Barraza, a Mataviejitas?

Após viver uma infância difícil, Juana Barraza se tornou lutadora profissional e ganhou o apelido de “Dama do Silêncio”. A partir de 2002, a Cidade do México passou a presenciar um aumento no número de roubos e assassinatos.
Depois de fazer algumas vítimas, foi descoberto que Juana era a responsável pelos crimes. As vítimas mais comuns eram mulheres idosas que moravam sozinhas, e todos os seus atos seguiam com estrangulamento e assalto.
Ela foi condenada pelo assassinato de 16 mulheres idosas e sentenciada a 759 anos de prisão.

