Filmes 18 de junho, 2026 Por Tatiana Leonel

História real de “Instinto Materno”: o crime por trás do documentário da Netflix

Em alta no streaming, “Instinto Materno” mostra mulher pega pela polícia com bebê sem vida e sangue que não são dela

Instinto Materno”, o novo documentário da Netflix, reconstrói um crime que chocou os Estados Unidos em 2020. Com imagens reais e relatos impactantes, a produção mergulha na mente de Taylor Parker, uma mulher do Texas, que criou uma falsa gravidez para enganar familiares, amigos e o próprio namorado.

Confira detalhes!

História real de “Instinto Materno” da Netflix

A história segue Taylor Rene Parker, que morava no leste do Texas e conheceu o namorado, Wade Griffin, em um rodeio em 2019. Em um relacionamento marcado por mentiras, a criminosa em questão afirmou fazer parte de uma família rica.

Taylor também afirmou estar grávida, apesar de ter passado por uma histerectomia no mesmo ano, procedimento que impediria a gestação. A protagonista de “Instinto Materno” passou meses construindo uma falsa gravidez.

Nesse meio tempo, Taylor chegou a comprar roupas de bebê, organizar um chá revelação e publicar fotos mostrando uma barriga de grávida. No entanto, em outubro de 2020, foi abordada por policiais após condução perigosa.

(Crédito: Reprodução/Netflix)

Os agentes encontraram Taylor coberta de sangue seco e carregando um bebê sem vida. A criminosa, para despistá-los, afirmou ter dado à luz na estrada, mas exames médicos mostraram que não tinha nenhum sinal de parto.

Durante as investigações, os policias descobriram que Taylor assassinou Reagan Simmons-Hancock, de 21 anos, de quem se aproximou após fotografar seu noivado e casamento.

De acordo com a acusação, Taylor matou a jovem e retirou o bebê que Reagan carregava, que estava com 35 semanas de gestação. Os promotores concluíram que a gravidez foi criada para manter o relacionamento com o namorado.

O que aconteceu com Taylor Rene Parker

Dois anos depois, Taylor foi considerada culpada por homicídio qualificado e, apenas um mês depois, recebeu sentença de pena de morte. Atualmente com 34 anos, a criminosa segue no corredor da morte do Texas.

(Crédito: Reprodução/Netflix)

Taylor faz parte de um grupo reduzido de mulheres que aguardam execução no estado. A Suprema Corte dos Estados Unidos, recentemente, recusou analisar um recurso apresentado por seus advogados, que alegaram que não teve um julgamento justo.

Revistando o caso imagens de arquivo, entrevistas e depoimentos de pessoas que conviveram com Taylor, “Instinto Materno” está disponível no catálogo da Netflix.

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