Famoso e morto pelo sexo, Pasolini é cinebiografado; saiba 5 curiosidades

O polêmico diretor italiano Pier Paolo Pasolini ficou conhecido por sua coragem para afirmar o que pensava e por realizar filmes como “Saló (ou 120 Dias de Gomorra), cujo sexo era questão central. Poeta, romancista e pintor, o diretor se dizia ateu e ganha uma cinebiografia cerca de 40 anos após seu assassinato. O filme, dirigido por Abel Ferrara, retrata como teria sido o último dia na vida do cineasta, interpretado por William Dafoe.

Confira o trailer (com legendas em inglês):

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Confira cinco curiosidades sobre o filme:

1 – É a quarta parceria entre o diretor Abel Ferrara e o ator William Dafoe. Os dois trabalharam juntos em 4:44 – O Fim do Mundo, Go Go Tales e Enigma do Poder.;

2 – O diretor Abel Ferrara decidiu fazer a cinebiografia de Pier Paolo Pasolini quando gravava a cinebiografia de Dominique Strauss-Kahn, “Bem-Vindo a Nova York”. DSK, como é chamado em seu país, a Franca, foi diretor-geral do FMI (Fundo Monetário Internacional), função que deixou quando foi acusado de organizar festas com prostitutas em diferentes país. Ele foi absolvido em 2015;

3 – O filme estreou no Festival de Veneza e foi indicado ao Leão de Ouro (prêmio máximo da mostra), mas não venceu;

4 – Além de cineasta, Pasolini também foi romancista, poeta e pintor. Ele começou a carreira no mundo artístico com um poema publicado quando tinha 19 anos;

5 – Ninetto Davoli, que interpreta Epifanio neste filme, foi ator em diversos filmes de Pasolini, com quem viveu um romance. Ele também é um personagem no filme, interpretado por Riccardo Scamarcio.