Atualmente na pele de Vera Ávila em “Bela, A Feia”, da Record, a atriz Silvia Pfeiffer revela com exclusividade ao TE CONTEI algumas curiosidades sobre a sua personalidade. Leia a seguir!
Nome completo: Silvia Escobar Pfeiffer
Data de nascimento: 24/02/1958
Apelido: Não tenho, nem de infância.
O que gosta de fazer quando não tem nada para fazer? Assistir a filmes sobre dramas atuais, de época e de ação, mas só se for muito bom mesmo. Ultimamente tenho me interessado por culinária. Adoro preparar pratos diferentes, massas e peixes. Meus amigos dizem que faço um ótimo cuscuz.
Qual é o melhor lugar do mundo? A minha casa.
Onde e como foi mais feliz? Sempre na minha casa, mesmo morando em cidades e países diferentes.
Qual é o seu maior motivo de orgulho? As minhas conquistas profissionais e pessoais. Profissional, por ter sido uma modelo reconhecida e por ser uma boa atriz. Pessoais, por manter um casamento sólido, de muitos anos. Tem um bom ditado que diz: “Quando um não quer, dois não brigam”. É bem por aí. Você tem que abrir mão de muita coisa e, além do mais, os dois tem que querer que dê certo!
E de arrependimento? Por ter ficado longe da minha família em muitos momentos, principalmente, na época em que eu trabalhava como modelo. Hoje eu penso de uma maneira diferente e vejo que não precisava ter sofrido tanto.
Qual a coisa mais importante que fez na vida? Ter criado os meus filhos muito bem e ter uma família muito unida.
Por que se considera uma pessoa especial? É você quem está dizendo (risos). Sou uma pessoa muito humilde, principalmente no meu trabalho.
Por que se considera uma pessoa chata? Ah! Eu sou muito cricri! Sou uma pessoa muito educada e respeito a todos. No entanto, quando não me tratam da mesma forma, eu cobro mesmo, não seguro e sou muito transparente, começo a reclamar. É aí que a cricri entra em ação (risos).
O que não pode faltar no seu prato? Verduras. Podem faltar carne, arroz integral, mas não me tirem as verduras!
Qual é a música da sua vida? “I can’t take my eyes off of you”, de Frankie Vally.
O que não pode viver sem? Água.
Com quem gostaria de ir para uma lha deserta? Com os meus filhos e o meu marido, é claro!
Quem deixaria lá? Todos os políticos corruptos e a falta de vergonha.
O que tem na sua mesinha de cabeceira agora? Uma garrafa de água, telefone, remédio para rinite, colírio, agenda e dois livros. Eu estou tentando ler “1808”, de Laurentino Gomes, e outro da Clarice Lispector, mas não estou conseguindo por falta de tempo.
Qual a maior extravagância que fez na vida? Quando viajo eu sempre compro mais do que devia, na ânsia de que não voltarei lá tão cedo.
Cite um luxo que não pode faltar na sua rotina: Massagem e drenagem. Adoro terapias para relaxamento muscular.
Se ganhasse 1 milhão de reais agora, o que faria? Um milhão é muito pouco para tudo o que eu gostaria de fazer. Se eu ganhasse mais do que isso, iria restaurar muitas construções antigas, coisas que o governo deveria olhar com mais carinho. Também ajudaria muitas pessoas necessitadas. Dói muito ver isso.
O que não deixa para fazer amanhã? Pedir desculpas quando reconheço que errei. A vida é muito curta, o tempo passa muito rápido, não deixaria, também, de me declarar para uma pessoa para dizer que gosto dela.
Qual é o melhor conselho? Respire! Quando nós paramos, muda tudo.
E a maior roubada? Ter que ir a uma grande festa e, quando você chega lá, perceber que o local não tem nada a ver com você.
Do que tem medo? Sou um pouco medrosa e corajosa. Você precisa ter medo, para criar coragem para superá-lo. Tenho medo de não saber lidar com algumas decepções, porque sou muito transparente.
Por Renata Trindade, especial para o Te Contei
