Antes de interpretar papéis nas novela da TV Globo, a atriz foi apresentadora e contracenou com Xuxa
Lesliana Pereira, destaque na trama de “A Nobreza do Amor” como Binta, não começou sua vida profissional na atuação. A atriz já foi Miss Angola, apresentadora e só depois entrou para o mundo da dramaturgia. Antes de chegar às novelas, a angolana interpretou uma fada madrinha em um dos filmes de Xuxa Meneghel.
Lesliana Pereira, atriz de “A Nobreza do Amor”, fez papel em filme da Xuxa
Muitos não sabem mas, antes da carreira de atriz, Lesliana Pereira foi Miss Angola e apresentadora. Em 2008, ela morava e estudava em Portugal e o concurso de Miss Angola a fez retornar para casa.
De férias em sua terra natal, Soyo, no Zaire, ela decidiu participar da competição na cidade por diversão, mas acabou se tornando a vencedora daquela edição.
“Eu ganhei o concurso, tive que representar a cidade no concurso nacional, ganhei [o Miss Angola]. Voltei a morar em Angola, que era a minha pretensão. Surgiram, daí, outras oportunidades de trabalho. A primeira delas, para apresentar um programa na Globo Internacional”, contou ela em entrevista ao site Na Telinha.

Ela se tornou apresentadora o que permitiu que ela visitasse diversos países da África e até o Brasil. A partir desse trabalho, a atuação entrou em sua vida de forma inesperada, apesar de ser um desejo da atriz.
Lesliana foi convidada para cobrir um concurso para quem deseja participar de um filme com a Xuxa. A atriz decidiu se inscrever na oportunidade e acabou conquistando o papel.
“O quê? Eu vou cobrir esse concurso como apresentadora do programa e não vou fazer? Eu quero ser atriz!”, vibrou ela. “Participei do concurso, vim pra cá [Brasl], passei nas seletivas e fiquei com o papel”, relembra.

Com isso, Lesliana interpretou a Fada Madrinha em “Xuxa em O Mistério da Feiurinha” (2009), que também teve a atuação de Sasha Meneghel e Bruna Marquezine.
A atriz confessa que conseguiu entrar na dramaturgia através do “querer”. Lesliana contou que assiste novelas desde Roque Santeiro (1985), e costumava treinar as interpretações em frente ao espelho.
“Pela força do: ‘Eu quero fazer!’. A dramaturgia entrou na minha vida porque sempre foi o meu verdadeiro lugar de expressão. Sou muito grata por tudo o que vivi, mas era a representação que me cativava profundamente”, confessa ela.

