O ator Mateus Solano retirou o celular da mão de espectadora e impediu filmagem durante peça de teatro
Mateus Solano falou pela primeira vez sobre situação de tapa em celular durante a peça de teatro, “O Figurante”. Nesta terça-feira (21), o ator negou ter dado um tapa no celular da espectadora. Mateus declarou que a luz do aparelho atrapalhou a atuação e por isso ele tomou a atitude.
Mateus Solano aborda uso de celulares no teatro

Na última semana, o ator se envolveu em uma polêmica ao pegar o celular de uma espectadora durante atuação em peça de teatro. Ela não respeitou as regras e estava filmando a peça “O Figurante”.
“E atenção, pronunciamento mais que especial! Finalmente, venho a público para esclarecer a polêmica da semana passada. Afinal de contas, o Brasil e o mundo parou para comentar sobre o tapa mais famoso desde o tapa da pantera. Sim, o tapa deste que vos fala”, falou Mateus em tom de brincadeira.
Para o “A Tarde É Sua”, a espectadora afirmou que se sentiu “constrangida, triste e ofendida” com a atitude do ator. Além disso, ela afirmou que Mateus bateu na mão dela antes de pegar o aparelho.
“Achei um máximo, gente, através dessa polêmica levantar sobre a falta de educação do público, os limites de um e do outro, quem está no público e quem está no palco”, comentou ele.
“A única coisa que fiquei me coçando para falar, mas resolvi deixar a poeira baixar. É que eu não dei tapa nenhum, nem no celular e nem em qualquer pessoa. O que eu fiz foi agir como um trombadinha, rapidamente, peguei o celular. Furtei o celular e joguei debaixo da poltrona”, contou o ator.
Mateus revelou que o diretor da peça mora em Portugal e, por isso, de vez enquanto a peça é filmada — isso é feito para o diretor poder dirigir a atuação.
“Não é que justamente no dia do ‘tapa’ a gente estava filmando? Portanto, eu tenho provas de que fui um ninja! Consegui não parar o espetáculo, tirar o celular que estava me atrapalhando e causar essa polêmica”, falou com bom humor.
Mateus compartilhou o vídeo que mostra o momento em que pega o celular e joga para debaixo da poltrona da espectadora.
“Muito importante para a gente falar sobre, tanto para quem está em cena e quanto para a plateia. A luz do celular, a falta de atenção e, realmente, o teatro não é captável. É um momento único”, destacou ele.
