Cantora detalhou procedimento e desmentiu rumores de que teria piorado a condição diagnosticada em 2024
Gretchen falou abertamente sobre sua aparência física ao surgir recentemente sem prótese capilar em seu perfil do Instagram. A cantora detalhou o diagnóstico de alopecia, doença contra a qual luta desde 2024, explicando como descobriu a causa do problema.
Qual é a causa da alopecia de Gretchen?
De acordo com Gretchen, a condição, que tem origem autoimune, se deu por um corte químico. A artista contou ainda que escolheu fazer micropigmentação capilar durante o tratamento e rebateu rumores de que isso teria piorado o quadro.
A técnica estética não cirúrgica aplica pigmentos na camada superficial do couro cabeludo para simular a presença de folículos capilares, disfarçando a calvície, falhas ou cicatrizes.

“Meu processo de alopecia aconteceu por conta de um corte químico e jamais por conta da micropigmentação. Esse procedimento só me ajudou a superar as grandes falhas que a alopecia causou na minha frontal”, escreveu.
Gretchen agradeceu ao médico responsável pelo procedimento “que tanto me ajudou e que foi feito a meu pedido”. A cantora usa uma prótese capilar desenvolvida com uma espécie de touca, que impede que os fios entrem em contato com o couro cabeludo, evitando a coceira.

“O cabelo está crescendo, mas agora estou optando por outras alternativas. Chega um momento em que você precisa se conscientizar do problema e encarar da melhor forma”, justificou anteriormente, ao expor piora da doença.
“Nem toda mulher tem coragem de se mostrar sem mega hair, principalmente quem tem alopecia. Mas eu faço questão de mostrar a realidade”.
Alopecia autoimune: o que é e o que causa
A alopecia autoimune, também conhecida como areata, é uma condição inflamatória, caracterizada pelo ataque do sistema imunológico aos folículos pilosos, o que resulta na perda de fios.
Frequentemente associada a fatores genéticos ou estresse emocional, a doença se manifesta através de falhas circulares no couro cabeludo, barba ou sobrancelhas.

Embora não seja contagiosa e não possua uma cura definitiva, o quadro pode ser gerenciado com terapias como corticoides e inibidores da JAK.
O acompanhamento com um dermatologista é indispensável para o diagnóstico e tratamento adequado. Apesar disso, a evolução é imprevisível e novos surtos podem ocorrer ao longo da vida.

