Luisa usou as redes sociais para mostrar episódio de paralisia e garantiu já ter procurado atendimento médico
Durante as gravações do “Nepograma”, Luisa Perissé passou por um grande susto: um princípio de paralisia facial. A humorista de 27 anos — filha de Heloisa Périssé — usou as redes sociais para mostrar os bastidores do momento e relatar como percebeu os primeiros sinais do problema.
Luisa Périssé mostra susto com paralisia facial
Comentando sobre o momento com leveza, Luisa brincou sobre o “convidado especial” e deu mais detalhes sobre os sintomas que percebeu diante das câmeras.
“Bastidoresss da gravação de @nepograma e um convidado especial: minha paralisia na cara!!!!! se persistirem os sintomas, o médico deverá ser consultado”, escreveu no Instagram.

A filha da atriz relatou que percebeu mudanças no rosto ao longo do programa. “Estamos aqui gravando Nepinho, terceiro dia de gravação. E eu estou começando a ter uma paralisia na cara. Olha isso! Bacana!”.
A dificuldade foi para movimentar o lado direito da face. “Dia um da paralisia começou assim. Não tô conseguindo agora fechar a boca. Esse lado não tá ficando”, relatou a influenciadora digital.
Mesmo diante do susto, a filha de Heloisa Périssé manteve o bom humor. “Vamos ver que merda vai dar. Quem jogou essa merda aí, eu sou protegida por Exu”, brincou.

Luisa também aparece realizando alguns exercícios faciais que acompanha no celular, como sorrir mostrando os dentes, sorrir sem mostrar os dentes, fazer bico e tentar encher as bochechas de ar.
Após alguns minutos, o quadro foi revertido e a apresentadora celebrou a retomada de movimentos do lado direito: “Eu fiquei curada. Eu me curei”.
Após um comentário de seguidora, Luisa esclareceu que foi diagnosticada com a Paralisia de Bell. “Eu percebi muito cedo e tomei remédio muito cedo, então não avançou taaanto”, explicou.
Paralisia facial: o que causa e como tratar
Causada pela lesão ou inflamação do nervo facial, a paralisia facial provoca a perda dos movimentos e das expressões em um dos lados do rosto — ou em ambos. Para restaurar a funcionalidade e evitar sequelas, o tratamento multidisciplinar deve começar o quanto antes, envolvendo o uso de medicamentos, cuidados com os olhos e sessões de fisioterapia.
As causas variam desde infecções até condições neurológicas, que podem incluir a Paralisia de Bell, frequentemente associada a reativações do vírus do herpes simples, além de Síndrome de Ramsay Hunt causada pelo vírus Herpes zoster, traumas, tumores e AVC (Acidente Vascular Cerebral).
Quedas bruscas de imunidade, estresse extremo e exposição a choques térmicos também podem causar a sensação da paralisia. O foco do tratamento é reduzir a inflamação, proteger os olhos e reabilitar os músculos. Exercícios, como os que Luisa fez, são indicados na fisioterapia.
O paciente deve buscar ajuda urgente se a paralisia vier acompanhada de perda de força ou formigamento em braços e pernas, dificuldade na fala ou confusão mental e alteração em outras áreas do corpo além da metade do rosto.

